12 Julho 2009

Evolução passa por dispositivos móveis


Xaquín G.V. A evolução da infografia digital deverá passar pelos dispositivos móveis e pelo envolvimento dos utilizadores, afirma o editor gráfico do jornal ‘The New York Times’, Xaquín G.V.

“Ainda não temos explorado a infografia para os dispositivos móveis. Essa é uma possível linha de investigação e evolução”, diz Xaquín G.V.
O infografista galego vai ministrar o ‘I Workshop de Infografia Digital’, na Universidade do Minho, com o professor da Universidade de Navarra Aitor Eguinoa, que trabalhou para jornais como o ‘El País’ e ‘La Nacion’.

Xaquín G.V. sublinha que “o infografista é um jornalista”, distinguindo-se do repórter tradicional apenas pelo aspecto visual com que apresenta a informação.
“Por exemplo, quando um avião pousou no Rio Hudson, em Nova Iorque, os repórteres recolheram a informação sobre como estavam os passageiros e declarações da tripulação.
Os infografistas fizeram a rota do avião e como pousou. Os fotógrafos tiraram fotos do lugar da aterragem”
, diz.

O editor gráfico frisa que o importante é haver colaboração entre os vários elementos da redacção.
“A infografia online é uma maneira de fazer o produto jornalístico diferente dos competidores”, diz, salientando que, “num mercado tão competitivo e com a necessidade de encontrar novas soluções para captar mais leitores-usuários, muitos jornais têm dado à infografia interactiva um papel importante nas estratégias de diferenciação, como foi o caso do elmundo.es e do elpais.es, em Espanha”.

Xaquín G.V. reconhece que a infografia digital “é cara e demorada”, mas sublinha que “também é possível fazer boa infografia interactiva em pouco tempo e com poucos recursos”, dependendo apenas “das ambições do jornal e do seu projecto infográfico”.

“Para editar, desenhar e programar os gráficos das eleições norte-americanas foram precisos vários meses e várias pessoas. Mas é possível imaginar as eleições sem gráficos interactivos?”, questiona.
O infografista realça que "o elpais.es fez durante muitos anos algumas das melhores infografias online do Mundo com uma equipa de apenas duas pessoas, porque sabiam em que histórias investir os recursos”.

Na opinião de Xaquín G.V., “Portugal já tem demonstrado muito potencial”, com infografistas do calibre de Hélder Brites, que dirigiu o departamento de infografia do ‘Expresso’, e Leonel Sousa e Luís Miguel Taklim, da agência de infografia Anyforms.
“O potencial existe, falta apenas que os directores concordem com essa visão”, afirma.

Xaquín G.V. é licenciado em Jornalismo, especializado em Novos Meios e doutorando na Universidade de Santiago de Compostela, Espanha.
Começou a sua carreira como infografista em 2000, no diário ‘La Voz de Galicia’, tendo trabalhado depois no elmundo.es, entre 2002 e 2007, ano em que se mudou para Nova Iorque, para trabalhar como responsável pelos gráficos interactivos da revista ‘Newsweek’ até ao Verão de 2008, quando foi contratado pelo ‘The New York Times’.

in 'Lusa'

Ver 'Xocas' e 'InfoGrafA'.

10 Julho 2009

Gripe A - info 01


A Sociedade Infográfica dá. No início de Julho, Mário Cameira, fundador da Sociedade Infográfica, sugeriu que cada um dos membros da associação de infografistas de língua portuguesa criasse uma infografia sobre a gripe H1N1 para oferecer à(s) comunidade(s) onde se insere.

A ideia é que essas infografias sejam assinadas Sociedade Infográfica e nome do infografista. Pode ser sobre a gripe em geral ou algum aspecto em particular, cada um com o seu estilo próprio.

O objectivo é disponibilizar os trabalhos em PDF para que possam ser usados por quem mais queira. A nível pessoal ou comercial, desde que respeitem as assinaturas. Vale copiar, vender, dar e fazer o que mais se quiser, desde que se respeite a licença CC.

A dar o exemplo às duas dezenas de associados da Sociedade Infográfica, Mário Cameira, infografista multimédia do ‘Público’, já fez publicar a sua infografia ‘Gripe A (H1N1)’.


Ver ‘Sociedade Infográfica’ e ‘Infografando’.

08 Julho 2009

Representation of urban places


A horizonless projection. ‘Here & There’ é um projeto sobre a representação da malha urbana desenvolvido pelo estúdio de design londrino Schulze & Webb. O trabalho consiste numa projecção de mapas recorrendo à inspiração em desenhos, banda desenhada, videojogos e imagens de satélite.

As projecções de ‘Here & There’ apresentam imagens dos locais do ponto de vista do observador, como se estivesse no local. As distâncias e representações em torno do espectador são assim naturais e próximas do seu plano de vista, com a cidade a apresentar-se pronta a ser percorrida, num percurso que se assemelha a uma gigante ondulação até ao infinito.

Imagine-se uma pessoa de pé numa esquina de Manhattan. A projecção começa com uma representação tridimensional do ambiente imediato. Os edifícios são representados e o espectador é apresentado na terceira pessoa, exactamente onde está. A projecção liga o espectador do ambiente local a destinos remotos normalmente fora de vista, ganhando horizontes em 3D.



Ver ‘S&W’, ‘Here & There - A Horizonless Projection in Manhattan’ e ‘Pulse Laser’.

06 Julho 2009

Popsci imagination


The future now. A capa da edição de Julho da revista científica norte-americana ‘Popular Science’, editada pela Bonnier Corporation, apresenta uma infografia interactiva em 3D, recorrendo à Realidade Aumentada (RA), numa colaboração com a General Electric.

A Realidade Aumentada (RA) é um sistema tecnológico interactivo que permite combinar objectos do mundo real com elementos virtuais tridimensionais, criados em computador. Tudo em tempo real.

Pelo computador, seguindo as instruções, é possível descobrir os segredos da Realidade Aumentada a 3D, no que a 'Popular Science' afirma ser a primeira capa de publicação a recorrer à Realidade Aumentada (RA).

PopSci Augments Reality
Today the July issue of Popular Science - with a cover package on the future of energy - officially hits newsstands, and with its release we unveil an extremely cool first-ever for the magazine biz: The first interactive 3-D 'augmented reality' magazine cover.
How does it work? Just head over to popsci.com/imagination, launch the viewer window, and hold the cover of the magazine up to your computer's webcam - you'll see a 3-D landscape dotted with wind turbines pop off the page; by blowing into your computer's microphone, you can even make the turbines spin faster.
Don't have a copy of the magazine? Go buy one! (Or, OK, you can also download and print a PDF from the augmented reality page.) Don't have a webcam? Can't help you there - but surely you know someone who does.
Why did we do this? Because it's amazing to see - and we thought our readers would appreciate getting a chance to check it out. Leave a comment below and let me know what you think.


Ver ‘Chegou a Infografia RA’, ‘Popular Science’ e ‘GE EcoMagination’.

04 Julho 2009

A trajectória do voo 447


Confira. A trajectória do ‘Airbus 330-200’ da Air France, que voava do Rio de Janeiro para Paris e desapareceu no Atlântico, no final de Maio, com 228 pessoas a bordo.

Gráfico interactivo da newsmagazine brasileira ‘Época’, da autoria de Alberto Cairo, David Michelsohn e Gerson Mora.

Publicada pela Editora Globo desde 1998, a ‘Época’ é uma das maiores revistas semanais publicadas no Brasil. A publicação valoriza o padrão de imagem e gráfico da apresentação das reportagens.

O designer gráfico espanhol Alberto Cairo, professor assistente na University of North Carolina-Chapel Hill (Estados Unidos) e consultor da Universidad Overta de Catalunya (Espanha). Com as suas equipas, Alberto Cairo já ganhou 46 medalhas nos prémios ‘Malofiej’ e quatro medalhas e um prémio de excelência nos prémios ‘ñh’.


Ver ‘O Acidente do Voo 447 da Air France’.

02 Julho 2009

Panorama editorial da BD em Portugal


Sara Figueiredo Costa. "Um conjunto de fenómenos imbricados e com ramificações malévolas marca a presença da banda desenhada no meio editorial português.
Tal como parte considerável da nossa intelectualidade, a maioria dos editores tem com a BD uma relação de desconhecimento total, ignorando quase tudo o que já se produziu nesta linguagem e lembrando apenas um ou dois heróis mais conhecidos, ou de desconhecimento parcial, crendo que a BD é uma coisa de miúdos e de graúdos que nunca souberam abandonar uma certa nostalgia da infância.

Nenhuma das atitudes é exclusiva do meio editorial, daí o “conjunto de fenómenos imbricados...” que exagerou o início deste texto.
Quando se fala de banda desenhada com qualquer pessoa, digamos, informada, as reacções são semelhantes: ou é uma coisa de miúdos, ou é uma coisa de fãs, uma espécie de seita reduzida que continua à espera de uma visita do ‘Super-Homem’ ou de uma reportagem de ‘Tintim’.
Não costuma haver meio-termo e quase nunca há um conhecimento mínimo da BD que vá para além do óbvio (super-heróis, ‘Tintim’, ‘Astérix’, meia dúzia de séries que marcaram a infância e a juventude e, no caso de um interlocutor com mais de meio século, a recordação de algumas revistas históricas como ‘O Mosquito’ ou ‘O Cavaleiro Andante’).

Assim sendo, edita-se em função destes conhecimentos e da adaptação possível ao que se sabe do mercado. Na minha modestíssima opinião, edita-se mal.
E o mercado confirma-o: depois de alguns anos de crescimento, que juntaram o domínio da Meribérica-Liber (já em declínio, mas ainda marcante) à proliferação, contida mas animada, de edições de novos autores portugueses e de autores estrangeiros nunca antes traduzidos, a queda do número de títulos e das tiragens de livros de BD é conhecida e muitos editores afirmam que editam para um grupo reduzido de leitores, que, sendo sempre os mesmos para cada título editado, não asseguram a compra de muitos títulos (o que, obviamente, faz com que as editoras apostem cada vez menos na edição de mais títulos, o que leva a uma oferta cada vez mais reduzida e incapaz de captar novos leitores, e por aí fora até ao desastre final).

Quando olhamos para a oferta editorial de banda desenhada em Portugal, começam a vislumbrar-se algumas pistas para compreender a desgraça dos últimos anos.
O que se edita? Falando apenas de editoras com capacidade de distribuição, e esquecendo a auto-edição e os projectos alternativos (de onde, curiosamente, surgem as propostas mais interessantes do meio, mas isso já seria tema para outro texto), editam-se, sobretudo (e realço o “sobretudo”, porque têm surgido algumas coisas fora deste círculo), séries franco-belgas com muitos anos, algumas séries franco-belgas mais recentes, um ou outro título desgarrado de grandes autores ‘clássicos’, um ou outro título desgarrado de comics norte-americanos e mangá, uma aposta recente da ASA que ainda não sabemos como correrá.

E porque é que não se editam outros títulos? Porque os editores acreditam piamente que eles não venderão, ou que comportam um risco muito grande.
Em debate recente com editores portugueses, estando eu a moderar a mesa, coloquei essa questão aos presentes, dando alguns exemplos de autores fundamentais e que poderiam interessar a outros públicos que não o pertencente ao círculo vicioso dos fãs.
Apesar de nenhum dos meus exemplos ter sido o livro 'Blankets', de Craig Thompson, que muitos críticos consideram um marco, a resposta quase uníssona foi: "Como poderemos suportar os custos de um livro como o 'Blankets', que tem mais de 600 páginas?" Resposta esclarecedora, como se todos os livros que valeria a pena editar tivessem a espessura material do 'Blankets'.

Nem os exemplos recentes de 'Palestina', de Joe Sacco (co-editado pela MaisBD e pela Devir, esteve exposto nas livrarias fora do canto habitual da BD, juntamente com as outras novidades,e a edição esgotou, mas há editores que acreditam que isso se deve ao facto de um dos seus dois volumes ter sido prefaciado por Mário Soares), ou de 'Persépolis', de Marjane Satrapi (que marcou o único momento em que um autor, neste caso, uma autora, de BD foi capa da 'LER' e que, apesar de ter tido uma edição portuguesa miserável e truncada - apenas saiu um volume -, vendeu muitos exemplares das edições francesa e inglesa em livrarias portuguesas), serviram de contra-argumento.

Para não me estender na descrição do pouco conhecimento que atravessa quase todas as conversas sobre banda desenhada, incluindo as tidas entre pessoas que frequentam o dito meio da BD, avanço para a manifestação de uma esperança: se conseguirmos, algum dia, ter um mercado editorial de BD saudável, alimentado por livros de qualidade escolhidos por quem os conhece e os sabe colocar em contexto, creio que esse sucesso virá das editoras não especializadas.

Será mais fácil que um editor generalista, com um gosto estruturado e uma postura firme de querer conhecer o que pode editar, consiga construir um catálogo que possa ser atractivo para leitores não especializados.
Há obras e autores que conquistariam, indubitavelmente, o seu lugar nas livrarias, nos suplementos (quase sempre renitentes em escreverem sobre BD de um modo tão sério como o fazem sobre outro tipo de livros) e no interesse dos leitores.
Há clássicos que qualquer leitor que frequente autores canónicos da literatura leria com surpreendente agrado, querendo conhecer mais.
Há autores com um trabalho de tal qualidade formal e intrínseca que chegariam sem dificuldade ao radar dos leitores que compram os livros de uma parte considerável dos catálogos das editoras portuguesas.
E são muitos autores, muitos mais do que a ignorância que se revela nas conversas sobre o tema poderiam deixar imaginar.
Um editor conhecedor da história da banda desenhada e das suas expressões actuais, disposto a fazer um bom trabalho de comunicação, não encontraria a galinha dos ovos de ouro, ainda por cima em tempos de anunciada crise, mas encontraria, digamos, um pinto saudável, forte e com todas as capacidades para crescer de modo sustentado.
Duvidam?"

in 'B:MAG' de Julho de 2009

Sara Figueiredo Costa é colaboradora do semanário ‘Expresso’ e da revista ‘Time Out’, assinando crítica sobre literatura, banda desenhada e ilustração. Mantém o blogue ‘Beco das Imagens’, em co-autoria, onde escreve sobre banda desenhada e ilustração.


Ver 'Beco das Imagens'.

30 Junho 2009

'Grande Porto'


Novo semanário aposta na regionalização. O novo semanário ‘Grande Porto’, será lançado na sexta, 03 de Julho, e pretende apoiar a regionalização do país e a defesa da criação das regiões administrativas.

O semanário da Lena Comunicação/Sojormedia pretende preencher o vazio de semanários regionais do Porto, alargando o olhar aos distritos de Braga, Aveiro, Vila Real e Viseu.

O ‘Grande Porto’ vai surgir com 12 jornalistas, mais alguns colaboradores, redacção que será partilhada com a delegação do Porto do diário ‘i’, também da Lena Comunicação/Sojormedia.

O ‘Grande Porto’ será editado em papel todas as sextas, mas terá um site na Internet actualizado diariamente.

Manuel Queiroz é o director da nova publicação. O jornalista começou a carreira em ‘O Comércio do Porto’, passou depois por ‘O Jogo’, ‘Semanário’ e ‘Público’. Mais recentemente foi subdirector do ‘Record’ e do ‘Correio da Manhã’.

Agostinho Franklim assina o design gráfico do projecto, mantendo-se as linhas gráficas dos títulos regionais da Lena Comunicação/Sojornal.

A Vasp assegura a distribuição de uma tiragem inicial de 15 a 30 mil exemplares em todo o Norte do País e também num conjunto seleccionado de pontos de venda de Lisboa. O título terá um preço de capa inferior a 1,5 euros.


Ver ‘Grande Porto’.

28 Junho 2009

Bem-vindo a bordo da história da aviação a jacto


Aviões comerciais desafiam os céus há 60 anos. O semanário ‘Expresso’, da Impresa, juntou 60 anos da história da aviação comercial numa infografia animada.

Muito mais do que palavras, '60 Anos a Desafiar os Céus' é um trabalho dinâmico que reúne oito anos de pesquisa e vários gráficos publicados.

A secção de infografia do semanário ‘Expresso’ tem a coordenação de Jaime Figueiredo e conta na equipa com os infográficos Ana Serra, Carlos Esteves, Olavo Cruz e Sofia Miguel Rosa.


Ver vídeo ’60 Anos a Desafiar os Céus’ e edição impressa do ‘Expresso’ de sábado, 04 de Julho.

26 Junho 2009

TMT Predictions Portugal - 2009/2010


Tecnologia, Media e Telecomunicações. Forte decréscimo do volume de negócios em 2009 e perspectiva de manutenção de quedas significativas na rádio e imprensa em 2010. São estas as expectativas dos media apontadas pela consultora Deloitte no estudo ‘TMT Predictions Portugal - 2009/2010', realizado de Fevereiro a Maio.

A forte queda do investimento publicitário, consequência da crise económica e financeira, explica o momento difícil que este sector está a viver. No primeiro trimestre de 2009, o decréscimo na imprensa situou-se nos 20%, a preços de tabela. "O que significa que, na realidade, a quebra foi maior", explica Hugo Dias, manager da Deloitte na área de consultoria de Tecnologia, Media e Telecomunicações.

Escapa a esta tendência a televisão paga e a Internet que, de acordo com as expectativas das empresas, devem registar crescimento do volume de negócios tanto este ano como no próximo.

Face à actual situação, 49% das empresas de media inquiridas para o estudo ‘TMT Predictions Portugal - 2009/2010’, destacam a necessidade de reformular o modelo de negócio e implementar programas estruturantes de redução de custos.

E se no curto prazo a esmagadora maioria das empresas do sector já reagiu ao adoptar planos de redução de custos, através do despedimento de trabalhadores e fecho dos títulos menos rentáveis, outras tendências se desenham para o próximo ano e meio.

"Com base no feedback que recebemos, as medidas estruturantes que devem marcar o futuro próximo desta actividade passam pela centralização de custos: unificação de redacções, online e offline, e a criação de núcleos especializados em determinados temas a produzir para multimarcas e multimeios", explica Hugo Dias.

Por outro lado, o crescimento do outsourcing de conteúdos e a sua especialização, tanto na imprensa como na televisão, tenderá a intensificar-se.

Ver ‘Deloitte - TMT Predictions Portugal 2009’.

24 Junho 2009

Graphic Presentation


Magic in graphs. O livro ‘Graphic Presentation’, de Willard Cope Brinton, está agora disponível no ‘Internet Archive’, uma organização sem fins lucrativos com o objectivo de oferecer acesso permanente a uma biblioteca digital online para investigadores, historiadores e estudiosos.

Willard Cope Brinton, nascido nos Estados Unidos em 1880, foi membro da Americano of Mechanical Engineers, do Committee on Standards for Graphic Presentation e da American Statistical Association.

Como autor, Willard Cope Brinton publicou os livros ‘Graphic Methods for Presenting Facts’ (1914 McGraw-Hill) e ‘Graphic Presentation’ (1939 Brinton Associates), hoje em dia considerados dois clássicos de referência absolutos.


Ver livro em ‘Internet Archive - Graphic Presentation’.

22 Junho 2009

Pense por si


Your world. Your imagination. A revista ‘Sábado’, da Cofina Media, chegou ao ‘Second Life’, a plataforma online virtual 3D onde milhões de pessoas em todo o mundo criam personagens e associações virtuais de trabalho ou de redes sociais.

O visitante avatar pode entrar no edifício e conhecer a redacção virtual, cuja arquitectura interior, secretárias, computadores e objectos são réplicas da redacção verdadeira.

No primeiro andar, fica o museu da revista dirigida por Miguel Pinheiro, onde se pode consultar a capa da última edição, que está também espalhada por dezenas de outdoors, bem como o arquivo de capas da revista.

Ao clicar-se em cima dos artigos que mais interessem, tem-se a respectiva página dessa edição no site da ‘Sábado’. O visitante pode sentar-se numa das secretárias virtuais, junto do computador, e transformar-se num repórter.

Com esta presença no ‘SL’ a revista ‘Sábado’ chega a uma comunidade onde já marcam presença 22 mil portugueses que visitam este universo.


Ver 'Second Life' (com registo).

20 Junho 2009

Digital Volvelles


Information & User-Experience-Design. Actualmente, o conteúdo digital está em num estado permanente de fluxo e pode ser reorganizado em múltiplas possibilidades. O constante progresso tecnológico permite criar novas formas de apresentação da informação.

O projecto ‘Digital Volvelles’ questiona a forma como os conteúdos são apresentados, estruturados e visualizados. Destina-se a encontrar um novo visual e uma alternativa de navegação pelos conteúdos.

O processo de procura de novas informações deve respeitar os processos cognitivos do usuário, mas também criar experiências agradáveis de descoberta.

O projecto ‘Digital Volvelles’ cria um novo design de informação baseado na história da roda (volvelle) como veículo de suporte de informações complexas de uma forma muito fácil e compreensível. A aplicação é tecnicamente baseada no ‘Actionscript 3 TUIO’ e no ‘Touchlib’.

Destina-se a oferecer a experiência de toque, numa referência à manipulação do antigo papel de rodas giratórias. O usuário será capaz de seleccionar a partir de uma gama de rodas a forma como a informação será apresentada.



Ver ‘Digital Volvelles’.

18 Junho 2009

Infographics Gallery


An infographic. A ‘GOOD Magazine’ é uma revista bimestral de interesse geral com foco em questões sociais, política e vida sustentável.

Fundada em 2006 por Ben Goldhirsh, a ‘GOOD Magazine’ tem atraído atenção generalizada, tanto pelos seus contéudos como pelo modelo de negócio.

Sedeada na Califórnia, a ‘GOOD’ é uma plataforma de pessoas com preocupações sociais e ambientais, “for people who give a damn”. O objectivo é envolver e desafiar as pessoas e instituições para mudanças no mundo.

A ‘GOOD Magazine’ partilha agora cerca de oito dezenas de infografias na aplicação online Flickr.


Ver ‘Flickr GOOD Magazine’s Photostream’ e ‘GOOD Magazine’.

16 Junho 2009

InfoGrafA


I Workshop de Infografia Digital. O Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho promove o ‘InfoGrafA - I Workshop de Infografia Digital’, em Braga, nos dias 16 e 17 de Julho.

Este workshop, inédito em Portugal, destina-se a profissionais de jornalismo e comunicação que tenham experiência ao nível dos gráficos de informação e um domínio básico das suas ferramentas.

O ‘InfoGrafA’ visa potenciar o uso das possibilidades e das linguagens do meio digital, ao nível da infografia e das narrativas online.

O ‘I Workshop de Infografia Digital’ será ministrado por Aitor Eguinoa, da consultora 90Grados e professor do Departamento de Projectos Jornalísticos da Universidade de Navarra, e Xáquin González V., editor de gráficos no ‘The New York Times’ e professor de Infografia Multimedia no Beyond Bootcamp da University of Miami.


Ver 'InfoGrafA' e
'Universidade do Minho - Departamento de Ciências da Comunicação'.

14 Junho 2009

A infografia jornalística na ciência e tecnologia


Dissertação de Valdenise Schmitt. “Este trabalho tem por objetivo aferir o efeito da infografia na compreensão de matérias jornalísticas de divulgação científica.

Para tal estudo, primeiramente foi realizada uma pesquisa bibliográfica sobre os aspectos conceituais do tema, sobre seu surgimento e sobre seus campos de aplicação, com foco na infografia jornalística no suporte impresso e on-line.

Em seguida, foram enfatizadas a importância da divulgação científica e a relevância da infografia nessa modalidade jornalística, como um meio de transmitir leis, processos e teorias científicas ao público não especializado, de forma clara e simples.

Abordou-se também o processo de compreensão de texto e algumas teorias cognitivas que investigam como os indivíduos processam e recuperam informações."

Esta dissertação foi julgada e aprovada para a obtenção do grau de Mestre em Engenharia e Gestão do Conhecimento no Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina (Brasil).


Ver 'Dissertação' e 'Valdenise Schmitt'.